Captura, Detenção e Maneio de Animais Errantes

Formador/a: A definir

Gratuito

Captura, Detenção e Maneio de Animais Errantes

Limpar

Inscreva-se »

166/CDMAE

Description

Compete às Câmaras Municipais, atuando dentro das suas atribuições no domínio da defesa da Saúde Pública, do meio ambiente e bem estar animal, proceder à captura e à recolha de animais abandonados, vadios ou errantes, acidentados ou objeto de intervenção compulsiva, encontrados na via pública ou em quaisquer lugares públicos, utilizando o método de captura mais adequado a cada caso, de acordo com as normas de boas práticas de captura de cães e gatos divulgadas pela DGAV.
Esta ação tem como objetivo sanitário primordial, a vigilância de zoonoses graves, como é o caso da raiva, com alta mortalidade, e que, graças a políticas eficazes de controlo e imunização, que desde há muitos anos se encontra erradicada no nosso país, e o controlo da propagação de outras doenças.
Cuidar da saúde pública compreende uma atitude proactiva e que tem em conta o bem estar dos animais e a sua dignidade.

Objetivos Gerais
Capacitar os formandos com os conhecimentos técnicos e normativos relativos ao controlo, recolha, captura e transporte de animais errantes.
Compreender os impactos na saúde pública e no bem estar animal, identificando estratégias de prevenção e controlo de animais errantes.
Objetivos Especificos
Identificar as principais causas dos acidentes com tratores em Portugal;
Identificar as principais disposições do código da estrada para a condução segura de veículos agrícolas na via pública e para operar na exploração, bem como disposições do código do trabalho;
Identificar os princípios a ter em conta para realizar uma condução segura na via pública e operar na exploração , bem como o cumprimento do código do trabalho;
Identificar as aptidões e o comportamento que o o condutor de trator deve ter quando conduz na via pública e na exploração;
Identificar os cuidados de segurança a ter na preparação e condução do trator;
Identificar o equipamento de segurança e de proteção que o trator deve ter;
Identificar o equipamento de proteção individual de um operador de trator;
Conduzir o trator com segurança na via pública e na exploração;
Conduzir o trator com uma máquina montada/ rebocada em segurança na exploração agrícola;
Operar em segurança com a TDF e um veio telescópico de cardans.
Programa
1. Saúde pública e bem estar animal
1. 1. Saúde Pública
1. 2. Definição de zoonose
1. 3. Principais zoonoses em cães e em gatos
1. 4. Noções básicas de higiene, limpeza e desinfeção
1. 5. Produtos de higiene, tempos e métodos de atuação
1. 6. Definição de bem-estar e conceitos associados
1. 7. Formas de avaliação de bem-estar
1. 8. Como melhorar o bem-estar: enriquecimento ambiental em contexto de CROA

2. Maneio de Cães e Gatos
2. 1. Comportamento normal da espécie: o que é um cão?
2. 2. Saber distinguir e interpretar os sinais de stresse, desconforto e dor em cães
2. 3. Período de socialização e prevenção dos principais problemas de comportamento em cão
2. 4. Técnicas de facilitação social entre cães e de cães com pessoas
2. 5. Comportamento normal da espécie: o que é um gato?
2. 6. Saber distinguir e interpretar os sinais de stresse, desconforto e dor em gatos
2. 7. Período de socialização e prevenção dos principais problemas de comportamento em gato
2. 8. Técnicas de facilitação social entre gatos e de gatos com pessoas

3. Animais Errantes- Métodos de Captura e Contenção do animal
3. 1. Métodos de Captura e contenção do animal (cães, gatos e outros)
3. 2. Equipamentos, técnicas e modo de atuação
3. 3. Principais técnicas para animais agressivos e assilvestrados
3. 4. Transporte e bem-estar do animal

4. Centro de Recolha Oficial - Contexto Saúde Pública e Bem-estar Animal
4. 1. Animais Errantes e o Ambiente
4. 2. Incómodo, acidentes e agressão
4. 3. Contexto funcional dos colaboradores num Centro de Recolha Oficial
Destinatários/as
Este curso está orientado para os profissionais em cujas atividades haja a necessidade de interação com animais em circunstância de captura, detenção ou maneio.
Pré-Requisitos
Este curso não apresenta pré-requisitos
Formador/a
A definir
Coordenador Pedagógico
Mariza Moreira
Metodologias de Formação
Todas as ações de formação abrangem métodos e técnicas de formação diversificadas, adequadas pelos formadores às características dos formandos, aos conteúdos a abordar e ao momento formativo. Recorremos sempre a metodologias adequadas aos adultos. Nesse sentido, a formação é desenvolvida com uma componente essencialmente prática, tendo em conta os interesses e as motivações do formando, de modo a permitir-lhe aperfeiçoar os seus saberes e capacidades, rentabilizando-as em todas as esferas da sua vida. Por estes motivos, privilegiamos a utilização de metodologias não-diretivas, nomeadamente, de métodos ativos, uma vez que estes facilitam a responsabilidade a autonomia do formando na construção dos saberes, envolvendo-o na pesquisa, análise, reflexão e resolução de situações-problema.
Métodos de Avaliação
A avaliação é um elemento essencial numa formação, constituindo-se como um espaço de reflexão crítica sobre todos os momentos e fatores que nela intervêm. Nesse sentido, consideramos fundamental avaliar não só o percurso formativo do formando, mas também a qualidade da ação de formação. A avaliação do percurso formativo do formando assenta numa permanente interação com os mecanismos de controlo dos resultados da aprendizagem ao longo do processo da formação. Tem como finalidade validar os conhecimentos, as capacidades e as aptidões adquiridas e/ou desenvolvidas pelo formando, nos diversos domínios do saber. No entanto, mais do que centrada nos produtos e na emissão de juízos de valor, esta avaliação preocupa-se também com os processos, assumindo uma função pedagógica que inclui dimensões pessoais, didáticas, curriculares, educativas e sociais. Porque é um exercício contínuo integrado no ciclo formativo, iniciado no diagnóstico de necessidades e deteção de lacunas que a Formação visa preencher, finalizado nos resultados alcançados e na definição de medidas corretivas ou reguladoras, ajustadas às necessidades identificadas nos formandos, compreende três momentos: avaliação inicial, formativa e sumativa. Em última instância, os resultados obtidos constituem também um dos elementos de validação do próprio processo formativo. A avaliação da ação de formação é o processo pelo qual se realiza uma monitorização sistemática de uma intervenção formativa, através do recurso a padrões de qualidade de referência, com o objetivo de produzir juízos de valor que sustentem a tomada de decisão futura relativamente à intervenção e aos seus resultados. Assumimos que uma intervenção foi eficaz se os formandos desenvolveram os saberes esperados, através de um processo de aprendizagem sustentado em métodos e técnicas ajustados, orientados por formadores experientes que ministraram um referencial adequado que, no momento e local certo, promoveu a transferência necessária e gerou os resultados desejados para a satisfação das necessidades dos indivíduos e da comunidade.
Certificação
O Certificado Profissional da INCURSO é emitido no fim da formação através do Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), na área criada especificamente para o registo das ações de formação não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, ao abrigo do n.º 6 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro e Portaria n.º 474/2010, de 8 de Julho, ficando associado ao Passaporte Qualifica - Registo Individual de Competências do formando.
- No final do curso os formandos que obtiverem registarem assiduidade mínima de 80% e aproveitamento têm direito a um Certificado de Formação Profissional conforme legislação em vigor.
- Os formandos sem assuidade mínima e/ ou aproveitamento recebem uma Declaração de Frequência de Formação Profissional, na qual onde constará carga horária e módulos da formação.
Mais informação