Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Formador/a: A definir

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001/CCP

Description

O Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores constitui-se como uma mais-valia no aproveitamento das qualificações dos profissionais das diferentes áreas. Este curso visa adquirir competências ao nível das metodologias e processos pedagógicos, no âmbito da formação profissional, que possibilitem o acesso à certificação de aptidão profissional como Formador.

Objetivos Gerais
A formação pedagógica de formadores/as visa promover a aquisição, atualização e o aperfeiçoamento de competências, transferíveis para a sua prática. Estas Competências situam-se ao nível da animação da formação e, também, no sentido alargado da sua função: 1. na conceção e elaboração de programas de formação e de materiais pedagógicos, 2. na gestão e coordenação de formação, 3. no campo da investigação e da experimentação de novas abordagens e metodologias aplicadas a públicos e contextos diversificados, em várias modalidades de formação.
Programa
1. FORMADOR: SISTEMA, CONTEXTOS E PERFIL (10 h), 2. SIMULAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL (10 h), 3. COMUNICAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DE GRUPOS EM FORMAÇÃO (10 h), 4. METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS (10 h), 5. OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO: DO PLANO À AÇÃO (10 h), 6. RECURSOS DIDÁTICOS E MULTIMÉDIA (10 h), 7. PLATAFORMAS COLABORATIVAS E DE APRENDIZAGEM (10 h), 8. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO E DAS APRENDIZAGENS (10 h), 9. SIMULAÇÃO PEDAGÓGICA FINAL (10 h)
Destinatários/as
Todos os profissionais que pretendam obter o Certificado de Competências Pedagógicas e aprofundar os seus conhecimentos na área pedagógica.
Pré-Requisitos
não pode ter qualificações inferiores ao 9º ano de
Formador/a
A definir
Coordenador Pedagógico
Mariza Moreira
Metodologias de Formação
Todas as ações de formação abrangem métodos e técnicas de formação diversificadas, adequadas pelos formadores às características dos formandos, aos conteúdos a abordar e ao momento formativo. Recorremos sempre a metodologias adequadas aos adultos. Nesse sentido, a formação é desenvolvida com uma componente essencialmente prática, tendo em conta os interesses e as motivações do formando, de modo a permitir-lhe aperfeiçoar os seus saberes e capacidades, rentabilizando-as em todas as esferas da sua vida. Por estes motivos, privilegiamos a utilização de metodologias não-diretivas, nomeadamente, de métodos ativos, uma vez que estes facilitam a responsabilidade a autonomia do formando na construção dos saberes, envolvendo-o na pesquisa, análise, reflexão e resolução de situações-problema.
Métodos de Avaliação
A avaliação é um elemento essencial numa formação, constituindo-se como um espaço de reflexão crítica sobre todos os momentos e fatores que nela intervêm. Nesse sentido, consideramos fundamental avaliar não só o percurso formativo do formando, mas também a qualidade da ação de formação. A avaliação do percurso formativo do formando assenta numa permanente interação com os mecanismos de controlo dos resultados da aprendizagem ao longo do processo da formação. Tem como finalidade validar os conhecimentos, as capacidades e as aptidões adquiridas e/ou desenvolvidas pelo formando, nos diversos domínios do saber. No entanto, mais do que centrada nos produtos e na emissão de juízos de valor, esta avaliação preocupa-se também com os processos, assumindo uma função pedagógica que inclui dimensões pessoais, didáticas, curriculares, educativas e sociais. Porque é um exercício contínuo integrado no ciclo formativo, iniciado no diagnóstico de necessidades e deteção de lacunas que a Formação visa preencher, finalizado nos resultados alcançados e na definição de medidas corretivas ou reguladoras, ajustadas às necessidades identificadas nos formandos, compreende três momentos: avaliação inicial, formativa e sumativa. Em última instância, os resultados obtidos constituem também um dos elementos de validação do próprio processo formativo. A avaliação da ação de formação é o processo pelo qual se realiza uma monitorização sistemática de uma intervenção formativa, através do recurso a padrões de qualidade de referência, com o objetivo de produzir juízos de valor que sustentem a tomada de decisão futura relativamente à intervenção e aos seus resultados. Assumimos que uma intervenção foi eficaz se os formandos desenvolveram os saberes esperados, através de um processo de aprendizagem sustentado em métodos e técnicas ajustados, orientados por formadores experientes que ministraram um referencial adequado que, no momento e local certo, promoveu a transferência necessária e gerou os resultados desejados para a satisfação das necessidades dos indivíduos e da comunidade.
Certificação
Os formandos que cumpram os objetivos propostos pelo/a formador/a, que obtenham um resultado positivo na avaliação final e que não ultrapassem o número de faltas permitido (definido em cada plano de curso) obterão um diploma com uma classificação que atenderá à escala definida no plano de curso respetivo. Os formandos com um número de faltas superior ao permitido no respetivo plano de curso obterão um diploma com uma qualificação de participação. São motivos justificados de falta todos aqueles que sejam devidamente demonstrados por documento oficial, por exemplo, atestado médico, uma declaração dos responsáveis da empresa (sempre que por motivos profissionais o formando não possa comparecer à sessão de formação), documentos comprovativos de exames ou frequências de ensino superior. Esta justificação deverá ser anexada à Ficha de Registo de Comunicação de Faltas dos Formandos.
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